domingo, 3 de dezembro de 2017

EMEF COELHO NETO - PROJETOS DE APRENDIZAGEM: Diário de Aprendizagem - Nossas Descobertas

EMEF COELHO NETO - PROJETOS DE APRENDIZAGEM: Diário de Aprendizagem - Nossas Descobertas: Olá pessoal?! Esse Blog vai apresentar a dinâmica de trabalho que realizaremos, ao longo do segundo semestre deste ano. Os alunos foram ...

EMEF COELHO NETO - PROJETOS DE APRENDIZAGEM: Difícil, mas não impossível!!

EMEF COELHO NETO - PROJETOS DE APRENDIZAGEM: Difícil, mas não impossível!!: Hoje, pela primeira vez, os alunos do 5º ano interagiram no blog, conheceram o ambiente, estão escrevendo suas primeiras publicações, que e...

Organizar um Blogger com Alunos do 5º Ano

Blogger

Adaptar-se a escrever em um Blogger não é tarefa fácil. Estou trabalhando várias ferramentas que estão disponíveis na internet com meus alunos, principalmente do Google, que disponibiliza várias ferramentas gratuitas. Primeiramente, trabalhamos com e-mails, depois Google Doc's, Apresentações Google, mensagens instantâneas no Hangouts, pesquisas, organização de perfil, layout de página, entre outras.

Então, chegou a vez do Blogger. Criei um chamado "EMEF COELHO NETO - Projetos de Aprendizagem", com o objetivo de despertar no aluno o interesse pela escrita e leitura no computador. O trabalho foi iniciado, está em desenvolvimento, não tivemos muitas oportunidades para novas postagens, porque os alunos tiveram que trabalhar bastante em sua primeira postagem. Contudo, estamos trabalhando em vários projetos na sala de informática e o Blogger vai continuar.


segunda-feira, 23 de outubro de 2017

O Negro Fora da Democracia Brasileira

O Jornal da Adunisinos trouxe uma reportagem, em sua edição 57, de junho de 2017, sob o título A Década Internacional dos Afrodescendentes no espelho da contradição entre a Lei da "Educação da Relações Étnico - Raciais" e o histórico "Rolo Compressor" da "branquialidade": interrogações para o momento atual na Educação, na Economia e na Política Brasileira, em que apresenta alguns problemas com a implantação das leis que defendem as minorias marginalizadas no Brasil. De acordo com a professora Dra. Adevanir Aparecida Pinheiro, nosso país passa pela morte da democracia devido aos  últimos assombros políticos ocorridos.

domingo, 1 de outubro de 2017

Atendimento Educacional Especializado

Ao estudar sobre a história da luta dos deficientes em garantir seus direitos como cidadãos brasileiros percebi que essas pessoas sofrem com a desigualdade e preconceito. E pior, são vistas como pessoas que incomodam quando solicitam o simples direito de ir e vir, como qualquer cidadão comum. A Constituição de 1988 garantiu aos portadores de necessidades especiais garantias diversas, entre elas o direito a educação, preferencialmente no ensino regular. Essas pessoas não estão pedindo tratamento especial, mas o direito a cidadania como qualquer pessoa comum. Contudo para que isso ocorra é necessário algumas adaptações, que também foram garantidas em lei. Porém, não se constata a eficácia dessas leis, pois muitas pessoas portadoras de necessidades especiais são privadas de seus direitos quando não há acessibilidade.

Em uma escola X, há alunos que tem mobilidade limitada, e mesmo assim a biblioteca, o laboratório de informática, a sala de multimídia ficam no segundo e terceiro andares da escola. Esse aluno perde o direito de utilizar esses espaços e frequentemente é excluído das atividades, permanecendo na sala de aula com sua professora de apoio. Estamos no século XXI, e ainda acontecem esses episódios de exclusão. A escola permanece um local de exclusão, mesmo com tantas leis que garantam os direitos dessas pessoas. O que fazer com relação a estes problemas? É necessário minimizar esse rígido sistema e garantir o acesso e permanência de todos na escola.


Epistemologias Críticas

Pergunto-me o que faz de um professor, um bom professor?
Como vou saber se meu trabalho com alunos é significativo?
Será que ministrei uma boa aula, ou eu deveria ter dado simples exercícios de fixação para que estejam preparados para as aulas do 6º ano?

Perguntas assim tiram meu sono muitas vezes. Na última reunião para atualização do PPP de uma das escolas em que trabalho, meu colegas optaram por seguir o modelo tradicional de aprendizagem. Sendo assim, fico questionando minhas habilidades como professora. O empirismo nos diz que os alunos aprendem através da transmissão do conhecimento pelo professor, que é o detentor do saber e tem a obrigação de ensinar. Contudo, o que devemos ensinar aos alunos que eles não consigam encontrar na internet com apenas um toque na tela?

Acredito que seja necessário construir a aprendizagem com meus utilizando todos os recursos que tenho disponíveis e um deles muito importante é a tecnologia. Aprender a utilizar a internet e suas inúmeras possibilidades é um grande avanço nas aulas regulares e presenciais. Entretanto, os conteúdos curriculares estão batendo a nossa porta, e as provas de seleção para o ensino médio ainda estão voltadas para o conteudismo. Então, de que forma vou mudar minhas aulas se a escola tradicional cobra constantemente índices de desenvolvimento e seleção? Desde que passei pelo Ensino Fundamental, e isso faz um bom tempo, os conteúdos programáticos da escola ainda são os mesmos. O que isso significa realmente?

Se formos pensar na modelo pedagógico do apriorismo, em que os alunos aprendem através de estímulos, com a mínima interferência do professor, e suas próprias ações veremos outra falência. Porque aqueles que tiverem auxílio e conseguirem despertar seu conhecimento irão adiante e os demais serão classificados como inaptos para aprender. Então, aqui temos outro exemplo de seleção, aqueles que conseguirem aprender o que está designado para ser aprendido segue adiante, os demais ficam para trás. Ou seja, há outro padrão estruturado, que certamente está voltado para o conteudismo.

A escola continua a mesma, como preparar criticamente os alunos para atuarem através de suas construções e experiências com uma escola tão retrógrada?
Tenho um dilema em minha vida. Certa vez, uma colega disse que eu "privava as crianças de aprender", como se faz isso, em uma escola tradicional? Como se priva alguém de aprender? Num universo de tantos estímulos é capaz de uma criança não aprender? Piaget diz que a aprendizagem transforma o sujeito. Acho que acabo de me transformar em um questionário ambulante.
 

 

 

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Aprendizagens que fazem a diferença

Quando tive que responder ao questionamento sobre: "O que é aprender?" percebi que, quando aprendemos algo, instintivamente colocamos em prática. Eu estou aprendendo a utilizar várias ferramentas de trabalho na internet, no curso de Pedagogia e em alguns cursos que faço EAD. Sempre pensei que precisávamos de um professor do outro lado da linha para podermos aprender, porém, ultimamente descobri que não é necessário, não da forma como estamos acostumados.

Comecei a fazer vários cursos EAD:
  1. Criação de videoaulas;
  2. HTML: Introdução ao Desenvolvimento de Páginas Web;
  3. Professor EAD;
  4. Tecnologia de Informação e Comunicação em Espaços Escolares.
Estes cursos, juntamente com a graduação, vem ampliando minhas possibilidades de trabalhar de forma diferenciada com meus alunos. Ultimamente, venho trabalhando mais com pesquisas e construção do conhecimento através de diálogos em sala de aula, utilização da web, apresentação oral, blog, google docs, entre outros.

Postagens de 2018/2

Mudar é preciso, evoluir faz parte da nossa condição humana As postagens realizadas neste último semestre, já estão vinculando prática ...