Minha experiência vem da alfabetização de meu filho Gabriel. ele sempre gostava de ir com sua avó para casa dos bisavós, na Feliz, cidade próxima a São Leopoldo, onde residimos. Lá ele envolvia-se em tratar os animais, cuidar dos porcos, brincava com os porquinhos pequenos e sempre que voltava pra casa pedia para mim, se ele podia trazer um porquinho para casa. Então, eu lhe explicava que os porquinhos vivem nas chácaras dos vovôs e não podem morar na cidade. Gabriel desde pequenininho ia para casa dos bisavós, lá eles falavam alemão e ele posteriormente teve muita facilidade em estudar o idioma. Bem, com todas essas vivências, quando ia para escola sua professora, da primeira série, trabalhava com eles palavras que estavam no cotidiano das crianças, seus nomes, rótulos, itens de nossa casa, etc. em abril Gabriel lia de tudo e adorava ler. Quando estava na segunda série, ele escreveu seu primeiro texto, achei que vem de encontro com o que os autores estudados referenciam. Era uma escrita livre, a partir de um rabisco, em que as crianças podiam inventar um desenho e escrever sobre ele. Para minha surpresa, Gabriel escreveu sobre um tema bem conhecido seu "os Porcos" e animais os quais estava acostumado a conviver. Acredito que isso seja leitura de mundo, e que assim, há um alongamento na inteligência de mundo que está calcada na escrita de seus conhecimentos prévios. O texto feito por ele, ainda guardo de recordação, e volta e meia vejo Gabriel relendo sua primeira história.
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Que linda história Simone!
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